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WhatsApp terá novidades em breve no Brasil

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Você já usa o WhatsApp para falar com a galera, mas o aplicativo quer que você confie a ele seu rico dinheirinho. O bate-papo possui um serviço para transferências monetárias, que já é testado em alguns lugares do mundo, mas, em breve, começará a expandi-lo para outros mercados, e o Brasil está na lista dos destinos.

A novidade foi informada nesta sexta-feira (15) pelo do site WABetaInfo, que costuma adiantar novidades do aplicativo que ainda estejam em fase de testes e ou apresentam indícios escondidos dentro do seu código de programação. Outra ferramenta que o app deve ganhar em breve é a de permitir a navegação na web sem que você tenha de abrir outro programa para isso.

Pagamento? Manda um zap


“O WhatsApp irá estender a lista de países onde a ferramenta de pagamentos será liberada no futuro”, informou o WABetaInfo. O recurso já funciona, que já funciona da Índia, deverá chegar ao Brasil, México e Reino Unido.

“O WhatsApp irá estender a lista de países onde a ferramenta de pagamentos será liberada no futuro”, informou o WABetaInfo. O recurso já funciona, que já funciona da Índia, deverá chegar ao Brasil, México e Reino Unido.

Para usar o recurso, os usuários têm de aceitar os termos de pagamentos do WhatsApp, inexistentes nas políticas de uso atuais, além de aceitar a Política de Privacidade específica do banco que deverá habilitar a transação. Como se trata de informação extraoficial, o WhatsApp não se manifesta sobre quando (ou se) esse recurso será oficializado e lançado.

Outros mensageiros já realizam pagamentos em alguns países, como o Facebook Messenger, o Telegram e o Wechat, sendo esse último popular na Ásia. Pelo visto é uma tendência em ascensão.

Navegação dentro do app


Já a capacidade de navegar na internet sem sair do app foi adicionada ao WhatsApp na última versão beta para Android – esta é uma modalidade oficial de testes do programa destinada a quem usa o sistema operacional do Google.

Com a adição dessa ferramenta, ocorrerá algo que você já deve observar em outros serviços: todas as vezes que tentar abrir uma página na internet, em vez de navegadores como Chrome ou Firefox serem abertos, o WhatsApp mesmo exibirá o conteúdo online.

O WABetaInfo observa que o browser interno do WhatsApp conta com um recurso de navegação segura, que avisam perigos como a existência de algum vírus em uma página online.

Outra peculiaridade é que o WhatsApp restringiu a possibilidade de fazer capturas de telas do conteúdo de páginas exibidas pelo browser interno.

Usar um sistema de navegação interno dentro do WhatsApp poderia levantar a suspeita de que usar esse recurso daria de mão beijada todo seu histórico de visitas tanto ao aplicativo quanto ao Facebook, por tabela.

Esse sistema de browser interno, porém, é feito com as ferramentas de desenvolvimento do Android, o que faz tudo ser gerenciado pelo sistema operacional. Isso, porém, não impede que o Google saiba que páginas você anda acessando a partir do WhatsApp.

Fonte: UOL

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Startup brasileira que inova modelo convencional de gestão de condomínios expõe no principal festival de inovação do mundo

A empresa escolheu o principal festival de inovação do planeta para apresentar o seu app

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A TownSq, startup brasileira que oferece uma solução completa para síndicos e moradores de condomínio, é uma das expositoras do South by Southwest (SXSW), badalado festival de inovação que acaba neste domingo (17) na cidade de Austin, Texas, e que dita as principais tendências de comportamento e consumo que impactarão o mundo nos próximos anos. Fundada em Porto Alegre (RS) em 2013 como SocialCondo e acelerada pela WOW Aceleradora, a TownSq internacionalizou a operação em 2017 e hoje disponibiliza sua solução para mais de 5 milhões de residentes no Brasil, Estados Unidos, Canadá e México. A meta para 2019 é consolidar a operação no exterior e dobrar a base atual no Brasil, que hoje gira em torno de 100 mil clientes.

Foto / Crédito Divulgação


A empresa escolheu o SXSW, que atrai olhares de todo o mundo e se propõe a apresentar as principais tendências tecnológicas que impactarão o cinema, a música e as demais mídias nos próximos anos, para apresentar o seu aplicativo que nos Estados Unidos já permite realizar o pagamento da taxa do condomínio via cartão de crédito, além de estar integrado com grandes ERPs. De acordo com a organização do evento, passarão pela SXSW mais de 75 mil pessoas até o próximo dia 17.

Denys Hupel, cofundador e CMO da startup, comenta que a TownSq atua em um segmento altamente competitivo, mas se diferencia por transcender o modelo convencional. “Vamos além do tradicional simples ‘sistema para condomínio’ que vemos aos montes no mercado. Oferecemos uma solução completa para síndicos e moradores, focada em oferecer uma melhor experiência do usuário dentro de seu condomínio e, por consequência, valorizar seu patrimônio”, diz.

Hupel explica que há um oceano azul a ser explorado, já que ainda é pequena a parcela de síndicos realmente qualificados e preparados para realizar uma gestão eficiente e de qualidade, mesmo nos Estados Unidos. “Os condomínios estão cada vez maiores e mais complexos do ponto de vista da gestão e os processos tecnológicos precisariam acompanhar esta evolução. O que vemos, na prática, é que a maioria deles não o faz”, acrescenta.

Por isso, recentemente a empresa lançou a iniciativa Síndicos Profissionais TownSq, para capacitar e certificar os profissionais, trazendo mais oportunidades para os síndicos e uma gestão mais eficaz das empresas que administram os condomínios. “Sabendo que o imóvel é normalmente um dos maiores investimentos das pessoas, faz todo sentido que sejam implementadas medidas de forma a valorizá-lo a cada dia mais, o que demanda expertise e dedicação”, conclui o executivo.

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Internet das Coisas: a tecnologia que vai transformar o varejo

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Jean Christian Mies, presidente da Adyen para a América Latina – Nos últimos 50 anos, o consumidor brasileiro viu o dinheiro físico ser pouco a pouco substituído pelo cartão de crédito; as compras online antes feitas no desktop migrarem para os aplicativos e até carteiras digitais. A evolução tecnológica foi sem dúvida o principal fator na transformação do comportamento de consumo. Mas e agora, qual será o próximo passo? Imagine fazer pedidos de supermercado e pagar por um sistema integrado à própria geladeira. Ou acertar a conta do restaurante pelo smartwatch. Pode parecer futurologia, mas essa tendência já faz parte de nossa realidade.

Internet das Coisas (IoT, na sigla em inglês) é a expressão do momento no mercado de tecnologia. E não é por acaso: o BNDS estima que até 2025 aplicativos e soluções de IoT irão movimentar US$ 132 bilhões na economia brasileira. O conceito, que surgiu em 1999, serve para designar objetos inteligentes que se comunicam, entre si e com o usuário, por meio de sensores e softwares que transmitem dados para uma rede na nuvem. O resultado é muito mais eficiência, autonomia e praticidade.

Entre as aplicações da tecnologia que mais ganham espaço estão os wearables, ou tecnologias vestíveis. São dispositivos móveis como relógios, pulseiras e óculos que, entre outras funcionalidades, podem monitorar dados de saúde, replicar notificações do smartphone e até mesmo realizar pagamentos. Outra novidade, as smart houses, ou casas inteligentes, contam com sistemas que identificam a rotina do morador para configurar automaticamente climatização, iluminação e segurança.

Mas o potencial da IoT não para por aí. Já populares pelos usos tradicionais, os dispositivos conectados devem passar também a habilitar vendas e prometem revolucionar o varejo. Um smart shoe da Under Armour, por exemplo, já monitora passos, velocidade e trajeto com um discreto chip instalado no tecido do tênis. Mas e se ele também pudesse identificar o desgaste do sapato e solicitar ao smartphone modelos similares na plataforma de ecommerce, que poderiam ser comprados com um único clique ou por comando de voz?

Na era da experiência, lojistas precisam se adequar para atender à demanda dos consumidores por jornadas de compra que se encaixem melhor em suas rotinas. Dados recentes da Adyen indicam que 75% das pessoas comprariam com maior frequência se pudessem evitar filas, e 60% de todas as transações processadas pela empresa já são feitas por dispositivos móveis.

Mas as possibilidades da IoT para o varejo não são restritas ao e-commerce. Pelo novo  conceito de Unified Commerce, entende-se que as jornadas de compra online e offline devem ser totalmente integradas. Como acontece no sistema da empresa de tecnologia Atos, em que um motorista pode abastecer o seu smart car em um posto de gasolina sem precisar passar pela experiência de pagamento. Um sensor na bomba já reconhece a placa do carro e identifica o condutor por seus dados de pagamento cadastrados e o cobra automaticamente.

As tecnologias de IoT representam mais chances de conquistar o consumidor. Se antes ele estava disponível apenas ao vir à loja e ao navegar na internet pelo smartphone ou computador, agora o cliente pode ter acesso a lojistas ao ligar o carro, abrir a porta da geladeira e ao checar as horas no relógio. Essas tecnologias já existem e em breve contarão com opções de pagamento integradas. Para o varejo, é o momento de integrar os canais de venda e se preparar para abraçar as novidades tecnológicas e todas as possibilidades que vêm com elas.

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Home office melhora desempenho no trabalho

Pesquisas mostram que trabalhadores remotos rendem mais e se sentem mais valorizados, mas são menos fiéis às empresas.

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O home office, também conhecido como trabalho remoto, está cada vez mais popular. Nos Estados Unidos, cerca de 10% dos trabalhadores têm pelo menos um dia de home office por semana. Uma pesquisa divulgada pela Universidade de Standford mostrou que esses colaboradores têm desempenho 13% melhor do que seus pares que atuam dentro do escritório.

“Com a tecnologia, as profissões e a forma de trabalho mudaram. Não é mais sinal de produtividade e de resultado estar alocado em um espaço físico na empresa. Muitas atividades podem ser realizadas remotamente”, explica Ana Paula Escorsin, professora de Recursos Humanos do Centro Universitário Internacional Uninter.

O bom desempenho dos trabalhadores remotos, segundo a professora, pode ser explicado por diversos fatores. Um deles é a economia de tempo com o translado, que reduz o stress diário. Estar na própria casa também contribui para a produtividade, pois o ambiente é conhecido e agradável. Também é possível dividir melhor o tempo entre tarefas profissionais e pessoais.

Por outro lado, uma pesquisa conduzida pela Virgin Pulse mostra que funcionários em home office são menos engajados às empresas e têm maior probabilidade de pedir demissão. “A direção da empresa precisa definir estratégias claras para os trabalhadores remotos. Eles se beneficiarão do home office se suas condições de trabalho e possibilidades profissionais forem transparentes. Caso contrário, podem se sentir inseguros, ter medo de redução salarial e de perder o emprego”, defende Ana Paula.

Futuro do home office

A professora acredita que o home office é uma prática trabalhista que vai perdurar, pois é mais adequado para algumas profissões – mesmo que impraticável para outras. “Quando bem organizado pela empresa o home office só vem a favorecer o empregador, o empregado, o cliente e a qualidade do serviço”, diz.

Mesmo quem não adota o trabalho remoto pode tomar lições dessa mudança na cultura trabalhista. Algumas opções são melhorar o ambiente de trabalho, conduzir uma pesquisa organizacional para identificar pontos de incômodo entre os funcionários e até mesmo implantar horários móveis ou flexíveis. Nessa última modalidade, algumas empresas já são adeptas da sexta-feira flex, em que o funcionário pode trabalhar de casa durante todo o dia ou meio período.

Via Assessoria de imprensa da Uninter

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