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SETUR e EMPROTUR divulgam números do turismo no RN em 2019

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Com base no monitoramento de atividades relacionadas ao setor de turismo, a Secretaria de Estado do Turismo e Empresa Potiguar de Promoção Turística (EMPROTUR) apresentam o balanço do segmento referente ao ano de 2019, no Rio Grande do Norte. Os dados, tendo como base a disponibilidade de leitos do estado, média histórica de ocupação, movimentação do principal aeroporto e pesquisas de perfil de demanda já realizadas, foram calculados pelo setor de estatística da Empresa.

AVIAÇÃO

Após extensa negociação, o Rio Grande do Norte promoveu o estímulo ao incremento da malha aérea com a redução do QAv. Nesta perspectiva, no segundo semestre de 2019, entre os meses de agosto a novembro, houve um crescimento de 14% do número de pousos e decolagens no estado em relação ao ano passado (considerando as três cias aéreas, Azul, Gol E Latam).

Os meses de outubro e setembro foram os que apresentaram maior incremento em relação ao mesmo período de 2018. Por mês, esses dados estão distribuídos assim: agosto (11%), setembro (13,5%), outubro (18,4%), novembro (14,7%). Já por companhia aérea, podemos notar as seguintes expansões: a Latam  apresentou um crescimento de 21%, a Gol de 10% e a Azul de 13,2%. Esses dados foram obtidos na base de dados da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que disponibiliza desde 2018 os Indicadores do Mercado de Transporte Aéreo.

“A malha aérea do nosso estado estava vinha declinando nos últimos anos. No primeiro semestre de 2019 todo o turismo brasileiro foi afetado com a quebra da companhia aérea AVIANCA, que era detentora de 7% da demanda doméstica do país e transportou, apenas no Rio Grande do Norte 310 mil passageiros em 2018”, relembrou a secretária de turismo, Aninha Costa. “Mas o governo estava atento às necessidades da aviação no nosso estado, redesenhando a nova política de isenção do QAv, em uma ação conjunta da entre as secretarias de Turismo e de Tributação. Os efeitos da assinatura do decreto, realizada no mês de junho, pode ser observado nos dados da ANAC. O crescimento foi expressivo para toda a cadeia turística”, completou a titular da pasta.

Para 2020, a perspectiva é de receber voos oriundos de novos destinos na alta estação, como é o caso de Goiânia, e, a partir de fevereiro incrementar a entrada internacional com o voo diário entre Lisboa e Natal que será ampliado pela TAP.

TURISMO INTERNACIONAL

A entrada de turistas internacionais do estado representou um acréscimo de 12%, sendo 27.009, em 2019 contra 23.748, de 2018. O segundo semestre teve crescimento médio de 15% em relação ao ano passado em movimentação de passageiros no total de embarque e desembarque, e, 33% considerando apenas desembarques. Somente no mês de dezembro houve crescimento de 29% em relação ao ano anterior. Os resultados foram obtidos com base na análise dos dados da Polícia Federal. No movimento de aeronaves, tivemos um número 44% maior que o ano passado. Setembro, dezembro, outubro e novembro foram percentualmente os melhores meses.

Sobre os estrangeiros, vale salientar a permanência do público argentino como o maior emissivo internacional para o estado, seguido pelos públicos português, chileno e paraguaio. Esses dados têm como base a ocupação hoteleira da capital e o histórico da pesquisa de demanda turística na alta estação, realizada pelo Sistema Fecomércio. Para o mês de dezembro de 2019, a projeção foi que mais de 200 mil viajantes estiveram no estado.

OCUPAÇÃO HOTELEIRA

A ocupação hoteleira no mês de dezembro se manteve na média histórica, registrando, em Natal, aproximadamente 65%; em São Miguel do Gostoso 52%; em Tibau do Sul, Mossoró e Serra de São Bento números na casa dos 60%. Durante o Réveillon, a capital potiguar registrou 90% de ocupação, São Miguel do Gostoso 100%, Tibau do Sul 98%, Mossoró 70% e Serra de São Bento 100% de ocupação.

“Tivemos um feedback positivo dos municípios do interior do estado no que diz respeito à ocupação do fim de ano, principalmente no Réveillon, com lotação máxima em alguns destinos. Nossa meta agora é promover o RN para aumentar a demanda de 2020 com um trabalho focado na inteligência comercial, atuando em mercados estratégicos para cada período”, afirmou o diretor da EMPROTUR, Bruno Reis.

Sobre o levantamento das informações, a secretária de turismo do estado, Aninha Costa, ressalta o envolvimento do trade. “Realizamos o levantamento dos números em conjunto com os secretários de turismo dos municípios que possuem as maiores demandas turísticas do estado, além de avaliar dados do aeroporto e também dos hotéis e empresas privadas, pois o dado precisa trazer a perspectiva macro do Rio Grande do Norte”, afirmou.

DESAFIOS

A titular contou ainda que algumas dificuldades a nível nacional e regional foram enfrentadas em 2019, como o vazamento de óleo no litoral nordestino, que teve grande repercussão a nível nacional e internacional. Quase 1000 praias, manguezais e rios de 130 cidades brasileiras foram afetados por fragmentos ou manchas de petróleo cru. “Apesar da grande visibilidade sobre o problema o cenário que observamos é positivo para o turismo. Fomos impactos, mas em pequena escala”, revelou Aninha Costa. “Levando em conta todas as adversidades, consideramos que o Rio Grande do Norte teve um desempenho positivo no ano de 2019 e estamos trabalhando para potencializar os números em 2020”, concluiu.

Os esforços para fomentar a promoção do estado ganharam uma nova roupagem desde o segundo semestre de 2019, com a proposta de desenvolver o turismo do Rio Grande do Norte de forma segmentada e mais qualificada, utilizando multicanais. Em 2020, as ações devem caminhar no mesmo sentido, com estratégias focadas na inteligência comercial. “Pensamos em modelos de ações cada vez mais digitais e voltadas para atração de turistas para o RN. Para o ano de 2020 estão previstas campanhas digitais, uma nova apresentação por segmentos, metodologias renovadas e ações inovadoras para que o estado tenha mais evidência no cenário de viagens nacionais e internacionais”, afirmou Bruno Reis.

MAIS DADOS

O monitoramento das atividades relacionadas ao setor ainda constatou o incremento médio de 30% na demanda das locadoras de veículos no período de dezembro a primeira semana de janeiro, além de projetar alta contratação de serviço até o dia 20 de janeiro. O Sindetur – Sindicato das Empresas de Turismo do RN – divulgou que as operadoras de turismo locais registraram um aumento de 11% na demanda. Já o aumento de viagens de um dia, as chamadas day trip, para o município de Galinhos, no litoral norte, também é um indicador do saldo favorável do turismo no estado. De acordo com a secretaria municipal, a região registrou um crescimento de 60% no serviço desde a segunda quinzena de dezembro. Outro dado importante registrado é relativo ao passeio de barco em Pirangi, no Litoral Sul, em Parnamirim, a expectativa de crescimento do atrativo é de 30% a 40% em relação à alta estação de 2019.

Francisco das Chagas Fernandes de Souza, 35 anos, servidor público (Gari), conhecido como Chaguinha Net. Em 2011 criou o Blog do Chaguinha Net e em 2018 foi além e criou o Portal Potengi News, possibilitando para a Região do Potengi um espaço virtual de qualidade e credibilidade. Aqui você pode conferir as principais notícias da Região Potengi, Rio Grande do Norte, Brasil e do Mundo.

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Covid-19: testes preliminares da vacina de Oxford chegam a 90% de proteção

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O governo brasileiro anunciou, neste sábado (27), uma parceria com o Reino Unido para a testagem e produção de uma vacina contra a Covid-19, que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford e pelo laboratório AstraZeneca. O princípio ativo será transferido para o Brasil, junto com as demais tecnologias, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) será a responsável por embalar em doses que serão ofertadas à população.

Em entrevista para a CNN, o infectologista e pesquisador da Fiocruz, Júlio Croda, ex-chefe do departamento de imunização e doenças transmissíveis do Ministério da Saúde na gestão de Luiz Henrique Mandetta, fez uma análise sobre as diferenças entre as vacinas do Instituto Butantan e da Universidade Oxford. Em suma, ele explica que a plataforma de produção é o que as difere, e destaca a importância de haver mais de um tipo de testagem.

“É essencial, no Brasil, que a gente tenha opções. É muito difícil nesse momento a gente fazer uma escolha porque os estudos de fase três ainda não estão concluídos. É importante que exista iniciativa tanto do governo federal, como do governo de São Paulo em transferência de tecnologia e em produção local da vacina. No final, se as duas vacinas forem eficientes, nós teremos dois produtos para ofertar para a população em um tempo mais curto”.

Segundo o médico, o estudo mais avançado é o da vacina de Oxford. “Já está em estudo de fase três, os pacientes já estão sendo recrutados, em São Paulo, pela rede D’Or. Então, a gente espera que os resultados, se forem positivos, estas 30 milhões de doses já estejam disponíveis entre dezembro e janeiro”. Pacientes do grupo de risco e profissionais de saúde serão priorizados na primeira etapa de vacinação.

De acordo com o infectologista, os testes preliminares da vacina de Oxford já foram divulgados e demonstram uma eficácia de 90% na proteção contra a Covid-19. No entanto, ainda é preciso observar por quanto essa imunidade protetora individual irá perdurar. “O tempo da ciência não é o tempo da necessidade em termos de saúde pública. Temos que aguardar os resultados em relação ao acompanhamento, principalmente da imunidade destes pacientes que foram recrutados e que serão recrutados no futuro aqui no Brasil”.

Fonte: CNN Brasil

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Justiça brasileira se adapta ao trabalho remoto imposto pela pandemia

Segundo levantamento do CNJ, desde março foram realizadas mais de 16 mil audiências, sessões plenárias e reuniões por videoconferência em órgãos judiciais.

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Foto: José Cruz/ Agência Brasil

As restrições impostas pela pandemia da Covid-19 alterou a forma como as pessoas trabalham, estudam e se divertem. O Judiciário brasileiro não ficou de fora das mudanças repentinas que as restrições do novo coronavírus trouxeram e está realizando sessões plenárias e audiências judiciais pela internet. No estado de Minas Gerais, por exemplo, presos em custódia e adolescentes em conflito com a lei participam de audiências com juízes por meio de videoconferências em salas montadas no interior dos estabelecimentos prisionais e das unidades socioeducativas. 

O governo de Minas Gerais afirma que investiu R$ 2,5 milhões com a compra de computadores, modems e webcams que estão sendo distribuídos a presídios, penitenciárias e centros socioeducativos do estado. Segundo a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública, em média, são realizadas diariamente 25 audiências virtuais em todas as regiões de Minas. 

No entanto, órgãos judiciais em boa parte do país ainda contam com processos judiciais em meio físico. Segundo a presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil, esse é o principal gargalo a ser superado na justiça brasileira. “As plataformas digitais e os processos eletrônicos são importantes que sejam melhorados e implementados em todos os tribunais do país. Sabemos que em alguns estados ainda há muitos processos físicos, são 22 milhões segundo levantamento da AMB”, disse. 

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afirma que, em todo o Brasil, foram realizadas 166.911 audiências, sessões plenárias e reuniões em órgãos judiciais desde o início da pandemia. No início de junho, o colegiado publicou uma portaria que orienta tribunais de justiça que queiram voltar a oferecer o atendimento presencial. 

O corregedor de Justiça, ministro Humberto Martins, alega que uma sondagem do CNJ comprovou que a maioria dos tribunais de justiça brasileiros aderiu a audiências e sessões online e que, mesmo após o fim da pandemia, essa modalidade de trabalho deve continuar. “Praticamente todos os Tribunais do Brasil estão atendendo os jurisdicionados de forma não presencial. O atendimento presencial [durante a pandemia] só ocorre em plantões extraordinários.”

Regras

Entre outras coisas, a portaria do CNJ estabelece que antes de autorizar o retorno das atividades presenciais, os presidentes dos tribunais de Justiça “deverão consultar e se ampararem de informações técnicas prestadas por órgãos públicos, em especial o Ministério da Saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária e as Secretarias Estaduais de Saúde, bem como do Ministério Público, a Ordem dos Advogados do Brasil e a Defensoria Pública”.

 Além disso, o documento estabelece que ao decidirem retomar as atividades presenciais, os tribunais têm até 10 dias para editar atos normativos com as justificativas e com as medidas de segurança que serão adotadas nesses locais.
 

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Auxílio emergencial contemplou mais da metade dos domicílios da regiões Norte e Nordeste

Segundo o governo federal, benefício já alcançou 64 milhões de brasileiros.

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Foto: Marcello Casal Jr./ Agência Brasil

Em maio, o auxílio emergencial concedido pelo governo federal superou os 50% dos lares das regiões Norte e Nordeste. Em todos os domicílios brasileiros esse percentual é 38,7%. Os são do Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, realizada pelo IBGE para estimar os impactos da pandemia do novo coronavírus na saúde e no mercado de trabalho do país. 

Segundo o governo federal, desde a sua implementação, o auxílio emergencial já chegou às mãos de mais de 64 milhões de brasileiros, com um total de investimento de quase R$ 91 bilhões. De acordo com o levantamento do IBGE, trabalhadores autônomos e domésticos integram a principal categoria do público-alvo do auxílio. 

O auxílio emergencial varia entre R$ 600 e R$ 1,2 mil, valor pago a mães e chefes de família. O IBGE afirma que, em maio, o valor médio do benefício por domicílio foi de R$ 846,50.
 

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