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Petrobras espera arrecadar R$ 38 bilhões com venda de ativos

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O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, disse nesta sexta (15) que a empresa vai arrecadar US$ 10 bilhões (cerca de R$ 38 bilhões) com vendas de ativos até abril e espera atingir ao menos US$ 30 bilhões (cerca de R$ 114 bilhões) vendendo ativos em 2019.

A expectativa é maior do que os US$ 26,9 bilhões (R$ 103 bilhões) previstos para os próximos cinco anos no plano de negócios da empresa, aprovado pela gestão anterior. Castello Branco já disse que pretende propor um plano “mais agressivo”.

“Nos primeiros quatro meses do ano teremos realizado desinvestimentos de US$ 10 bilhões (R$ 38 bilhões) e pretendemos fazer muito mais. Acredito que, ao longo de doze meses, podemos ter três ou quatro vezes esses US$ 10 bilhões”, afirmou o presidente da Petrobras em palestra durante evento da FGV.

O executivo não detalhou os ativos com os quais conta para atingir o objetivo. No momento, a empresa negocia a venda da malha de gasodutos das regiões norte e nordeste, negócio estimado pelo mercado em cerca de US$ 8 bilhões.

Em sua palestra, ele reforçou, porém, que a companhia pretende se desfazer de cerca de metade de sua capacidade de refino, que hoje representa 98% da capacidade nacional. Um novo modelo de venda de refinarias, porém, ainda não foi anunciado.

Em 2018, a Petrobras abriu processo de venda de dois polos de refino -cada um com duas refinarias, dutos e terminais de armazenamento de petróleo-, mas as negociações foram interrompidas após questionamentos do STF (Supremo Tribunal Federal) e abandonadas este ano pela gestão indicada pelo presidente Jair Bolsonaro.

A estatal tem hoje 12 refinarias, duas no nordeste, duas no sul e as outras na região sudeste. Castello Branco defende que a redução da presença estatal no negócio aumenta a competição e elimina riscos de uso do poder de monopólio.

“A Petrobras não quer ser monopolista de nada”, afirmou, reforçando que o foco de sua gestão será a exploração e a produção de petróleo em águas profundas, ativos dos quais considera que a companhia é “dona natural”.

Também presente ao evento, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que governo e Petrobras estão perto de um acordo para a revisão do contrato da cessão onerosa, assinado em 2010, que deu à empresa o direito de explorar cinco bilhões de barris do pré-sal.

Segundo ele, a diferença entre os cálculos do governo e da estatal é hoje de US$ 2 bilhões -no início das negociações, era de US$ 60 bilhões- o que sinaliza a proximidade de um consenso.

PRIVATIZAÇÃO

Defensor da privatização da estatal, ele voltou a dizer que acredita que a empresa deveria ser vendida, mas que o governo Bolsonaro não lhe deu mandato para isso. “Com exceção do Banco Central, bancos públicos deveriam ser privatizados e o BNDES, extinto. A Petrobras também deveria ser privatizada”, afirmou.

“Mas como cantam os Rollings Stones: you can’t always get what you want [você não pode ter sempre o que você quer]”, brincou, em referência à música da banda de rock britânica que chamou de “ícone da nossa geração”.

Ele disse que, já que a privatização está descartada, a estratégia é “transformar a Petrobras no mais próximo possível de uma empresa privada”, citando a mineradora estatal chilena Codelco como exemplo. “É uma empresa lucrativa, que nunca foi envolvida em escândalos. É uma empresa privada, na realidade.”

Com informações da Folhapress

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UNINASSAU oferece triagem para atendimento odontológico adulto e infantil

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Foto / Crédito Divulgação

A UNINASSAU Natal esta com as portas abertas para atender a população através da Clinica Escola de Odontologia. A iniciativa faz parte de uma ação disciplinar envolvendo o curso de Odontologia, que de forma integrada realizará atendimentos nas áreas de Endodontia (canal), Dentística (restauração), Periodontia (limpeza), Exodontia (extração) e Prótese.

A triagem acontece nesta quinta-feira (21), o que não requer prévio agendamento. De acordo com a professora do curso de Odontologia, Mércia Cunha, todos os atendimentos serão realizados pelos preceptores. “Nossa clínica dispõe instalações modernas e confortáveis para atender a população de forma profissional, ética e de maneira adequada”, pontuou.

Ao buscar os serviços da Clínica Escola da UNINASSAU, o paciente será recebido  para triagem e logo em seguida encaminhado para o agendamento do atendimento, que ocorrerão de segunda a sexta, das 8h às 18h, dependendo do serviço.

A Clínica Escola da UNINASSAU, está localizada na Rua Antônio Queiroz de Melo – Capim Macio, Natal – RN, em frente à praça da arvore de Mirassol. Outras informações podem ser obtidas por meio do telefone (84) 3344-7809.

Serviço

Triagem gratuita de odontologia/ Clínica Escola da UNINASSAU  – Natal

Dia 21/03 – Quinta-feira das 8:30h  as 11:30h

Endereço: Rua Antônio Queiroz de Melo – Capim Macio, Natal – RN, 59078-290

Todos os atendimentos são gratuitos com exceção da prótese que o paciente paga o custo laboratorial.

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Bolsonaro faz a primeira visita diplomática

O presidente e a comitiva de ministros voltam de Washington, capital dos Estados Unidos, nesta terça-feira (19)

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Foto: Crédito/Divulgação

Jair Bolsonaro fará nesta semana a primeira visita diplomática no exterior, juntamente com alguns ministros, para Washington, capital dos Estados Unidos.

Nos três dias de agenda, Bolsonaro e os ministros vão ficar no complexo da Casa Branca, local usado pelos americanos para receber chefes de Estado em visitas oficiais.

Segundo a programação do governo, nesta segunda-feira (18) Bolsonaro e sua comitiva terão compromissos na Câmara de Comércio dos Estados Unidos. Os ministros participam de debate sobre investimentos e, além disso, haverá assinaturas de acordo entre os dois países.

Na terça-feira (19), Bolsonaro será recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, e este encontro vai ser privado. Depois, eles vão almoçar e atender à imprensa.

A comitiva brasileira embarca de volta para o Brasil na noite desta terça-feira (19) e deve chegar no país na manhã de quarta-feira (20).

Fonte: Cintia Moreira | Agência do Rádio Mais

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Seis em cada dez brasileiros não se preparam para aposentadoria

Orçamento apertado é principal justificativa. Meios mais comuns pretendidos para se manter nessa fase são investimentos em instrumentos financeiros e pensão do INSS. Já 37% dos entrevistados devem continuar trabalhando

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Foto: Crédito/Divulgação

O aumento da expectativa de vida do brasileiro impõe desafios, principalmente porque a maioria ainda não se planeja para garantir um futuro financeiro ao deixar de trabalhar. É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). Os dados apontam que seis em cada dez brasileiros (59%) admitem não se preparar para a hora de se aposentar, enquanto apenas 41% têm se preocupado com essa fase da vida – percentual que chega a 55% nas classes A e B.

Entre os que não fazem qualquer tipo de plano financeiro para a aposentadoria, 36% alegam não sobrar dinheiro no orçamento e 18% atribuem à ausência de um plano ao fato de estarem desempregados. Para 17% não vale a pena guardar o pouco dinheiro que sobra no fim do mês. “Estima-se que a participação da população acima de 65 anos na sociedade brasileira passe dos atuais 9% para 25% em 2060, segundo projeções do IBGE. Será cada vez mais importante começar a pensar em uma complementação ainda jovem e não apenas quando se aproxima do momento de parar de trabalhar”, avalia a Economista-Chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

A pesquisa também identificou os meios mais comuns de se preparar para a aposentadoria. São eles as aplicações financeiras (42%), principalmente a previdência privada (20%), e outros ativos financeiros, como ações, títulos ou fundos (20%). Para 35%, os recursos do INSS servirão de renda e 16% dizem que dependerão de terceiros, tais como cônjuges, filhos ou outras pessoas da família. Já 37% dos pesquisados disseram que, ao se aposentar, pretendem continuar ativos no mercado de trabalho.

39% não conseguiriam arcar com imprevistos hoje e 20% não sabem o tempo que manteriam o padrão de vida em caso de dificuldades 

O estudo buscou ainda saber de que forma os brasileiros lidam com situações inesperadas no dia a dia, do ponto de vista financeiro. Foi constatado que 39% não seriam capazes de arcar com gastos imprevistos, equivalentes ao seu ganho mensal, sem recorrer à ajuda de terceiros ou a um empréstimo. Por outro lado, quatro em cada dez (42%) teriam condições de cobrir despesas extras desse tamanho. No caso de dificuldades financeiras, os entrevistados ouvidos disseram que conseguiriam sustentar, em média, até cinco meses o padrão de vida atual. Chama a atenção o fato de 20% não saberem por quanto tempo manteriam o mesmo patamar.

Na possibilidade de virem a enfrentar algum problema financeiro, 47% garantem que cortariam despesas desnecessárias, ao passo em que 33% avaliariam quanto ganham e gastam para decidir o que fazer – proporção que aumenta para 48% nas classes A e B. Já 13% reconhecem que não saberiam por onde começar e teriam medo de encarar a verdadeira situação financeira.

“É preciso entender que em certas situações emergenciais, nem mesmo cortar gastos será suficiente para resolver o problema. Manter uma reserva financeira é fundamental em qualquer etapa da vida, pois imprevistos podem acontecer a qualquer momento. Recomenda-se ter disciplina para começar, mesmo que seja com um valor pequeno. Poupar e investir regularmente – mesmo que pequenos valores – acaba trazendo um bom resultado”, explica o Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central, Luis Mansur.   

Metodologia 

A pesquisa foi realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). A amostra de 804 casos contempla as 27 capitais, pessoas acima de 18 anos, todas as classes sociais e ambos os gêneros. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Sobre o SPC Brasil – Há 60 anos no mercado, o SPC Brasil possui um dos mais completos bancos de dados da América Latina, com informações de crédito de pessoas físicas e jurídicas. É a plataforma de inovação do Sistema CNDL para apoiar empresas em conhecimento e inteligência para crédito, identidade digital e soluções de negócios. Oferece serviços que geram benefícios compartilhados para sociedade, ao auxiliar na tomada de decisão e fomentar o acesso ao crédito. É também referência em pesquisas, análises e indicadores que mapeiam o comportamento do mercado, de consumidores e empresários brasileiros, contribuindo para o desenvolvimento da economia do país.

Sobre a CNDL – Criada em 1960, a CNDL é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.

Fonte: CNDL | SPC Brasil

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