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Novo beta do WhatsApp traz mudanças de navegação e promete bloqueio de prints

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A próxima versão beta do WhatsApp, submetida para o programa de testes da Play Store (Android), traz algumas melhorias na interface de usuário, além de uma promessa que pode ajudar ou complicar muita gente. Segundo informações do WABetaInfo, a versão 2.19.106 do beta deve ganhar, nas próximas semanas, um recurso de autenticação que abre o app de mensagens por meio da impressão digital — a custo de travar permanentemente a possibilidade de “printar” conversas.

Primeiramente, vamos ao que a nova versão já tem: se você for um membro do programa de testes beta do WhatsApp no Android (é possível se inscrever pela própria página do app na loja da Google), a versão 2.19.106 altera alguns recusos de navegação: stickers e emojis, por exemplo, serão exibidos em duas abas vizinhas, com design de apresentação similar aos adesivos do Instagram (o recurso vem sendo chamado de “WhatsApp Doodle”), conforme a imagem abaixo:

Nova apresentação das abas de stickers e emoji, em novo beta do WhatsApp (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)

Repare que, dentro da aba de stickers, será possível ver as categorias de adesivos favoritos, bem como determinar aqueles terceirizados e aqueles padronizados oficialmente no aplicativo. Mais além, essa reformulação traz novos usos para os adesivos: para começar, há uma aba de busca por eles, e agora é possível “colá-los” em imagens compartilhadas, tal qual se vê nos stories do Facebook e Instagram.

Agora, sobre a promessa: a função de “Autenticação” é a que traz novas formas de proteger o usuário do WhatsApp. Acionável pelo menu de configurações, esse recurso permitirá que o app seja aberto e fechado de maneira independente da UI do Android, exigindo a impressão digital do proprietário para destravá-lo.

A ativação desse recurso, porém, automaticamente vai travar qualquer possibilidade de tirar uma screenshot (o famoso “printar a tela”) da janela de conversa. O WhatsApp não esclareceu os motivos para inserir essa parte da função, mas especulamos que tenha algo a ver com proteger usuários que printem imagens dos stories, por exemplo, ou ainda aqueles que consigam prender uma imagem em um print mesmo que o usuário que a enviou delete a mensagem em seguida.

Contudo, isso pode abrir um panorama perigoso: prints também são usados para a defesa de acusações infundadas, servindo até mesmo como prova pela justiça brasileira. Não é certo o impacto que isso pode trazer a casos do tipo, entretanto a capacidade desse tipo de registro pode ser recuperada se o recurso de autenticação pela digital for desativado.

A nova versão do beta já se encontra disponível para download, mas algumas funções estão sendo liberadas gradualmente.

(WABetaInfo)

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Ribeirão Preto recebe o principal evento de provedores de internet do país

Direcionados para profissionais da área de telecomunicações, o Congresso RTI de Provedores de Internet e o Congresso RTI Data Centers vão abordar temas como 5G, IoT no agribusiness, fibra óptica e LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

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A cidade de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, receberá, nos dias 9 e 10 de outubro, o 10º Congresso RTI de Provedores de Internet e o 12º Congresso RTI Data Centers, importantes iniciativas voltadas ao setor de TI e Telecom. Com o aumento da demanda por conectividade e velocidade da Internet, capacidade de armazenamento e a segurança de dados, os segmentos de provedores de Internet e de data centers vêm apontando crescimento no Brasil, mesmo em tempos de crise.

De acordo com dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o Brasil registrou 32,058 milhões de acessos por rede fixa, em julho de 2019. Os provedores regionais de Internet, que são aqueles que têm cobertura limitada a uma determinada localidade, somaram 7,627 milhões de acessos (crescimento de 2,36% no mês), ou 23,79% de participação no mercado. São Paulo é o estado com maior número de provedores de Internet do país. São quase 3,8 mil empresas, do total de 17 mil operadoras SCM com licença da Anatel, em sua maioria atuando nos pequenos municípios do interior paulista.

O setor de data centers também registra uma expansão significativa no mercado mundial. De acordo com a empresa MarketWatch, subsidiária da Dow Jones & Company, especializada em sondagens financeiras, negócios e dados do mercado de ações, este segmento deve movimentar a cifra de US$ 62 bilhões até 2022. Só aqui no Brasil, a expectativa é de que, até 2021, o setor movimente mais de US$ 4,37 bilhões.

Os dois setores estão liderando a expansão de novas tecnologias da informação e transformação digital nas empresas, com a construção de redes de telecomunicações e na busca de operações cada vez mais profissionais. Esses assuntos serão tratados nos Congressos RTI de Provedores de Internet e Data Centers, que acontecerão nos dias 9 e 10 de outubro, em Ribeirão Preto, SP.

Uma das cidades mais ricas e um importante polo no setor de telecomunicações do estado de São Paulo, Ribeirão Preto se localiza próxima a importantes centros de negócios, tais como Franca, Barretos, São Carlos e São João da Boa Vista, Uberaba e Uberlândia, no Triângulo Mineiro. “A região também é um dos principais centros universitários e de pesquisa, gerador de tecnologia e mão de obra qualificada, o que credencia a cidade para receber estes, que são os principais eventos do setor de telecomunicações no país”, explica Monica Carpenter, diretora da Aranda Eventos, empresa organizadora do Congresso.

Exposição e Congresso – Direcionados para engenheiros, analistas de sistemas, instaladores, prestadores de serviços e empresários, o 10º Congresso RTI de Provedores de Internet e o 12º Congresso RTI Data Centers vão apresentar uma programação especial para esses setores, mostrando as últimas novidades em tecnologias e técnicas para esse mercado. Esta é a segunda vez que o evento é realizado em Ribeirão Preto. Em 2018, atraiu mais de 800 participantes. Dado o grande sucesso, a organização optou por repetir o congresso na cidade.

Os eventos também contarão uma área de congresso, palestras e workshops voltados ao desenvolvimento e ao empreendedorismo nesses setores. Temas como Internet das Coisas (IoT) no agribusiness, Fibra Óptica, LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados e 5G serão abordados por importantes players do mercado.

São esperadas as presenças de empresários, prestadores de serviço, profissionais da engenharia, pesquisadores, representantes governamentais, entre outros players desse segmento. “Trata-se de um palco para a geração e o desenvolvimento de negócios, voltados para setores que apresentam forte demanda em termos de tecnologia e de qualificação de mão de obra”, finaliza a executiva. 

Serviço:

10º Congresso RTI de Provedores de Internet e 12º Congresso RTI Data Center

Data: dias 9 e 10 de outubro

Local: Centro de Eventos – Ribeirão Shopping

Av. Cel. Fernando Ferreira Leite, 1540

Jardim Nova Aliança, Ribeirão Preto – SP

Informações e inscrições pelo site: www.rtiprovedoresdeinternet.com.br

Tel. (11) 3824-5300

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Apple quebra tradição e antecipa venda do iPhone 11 no Brasil

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Foto: Thássius Veloso/TechTudo

O iPhone 11, o iPhone 11 Pro e o iPhone 11 Pro Max vão desembarcar no Brasil antes do que se esperava: a Apple confirmou o lançamento dos produtos em 18 de outubro. Com o anúncio de hoje, revelado em primeira mão pelo TechTudo, a fabricante quebra a tradição de iniciar a comercialização da nova safra somente em novembro. Nos Estados Unidos, eles estão à venda desde 20 de setembro por preços a partir de US$ 699.

Em nota, a companhia disse estar “muito animada” em trazer para o mercado os celulares com câmera dupla ou tripla, a depender do modelo. Só faltou revelar os valores que serão cobrados dos consumidores brasileiros. Por ora, permanecem em segredo.

Os sucessores do iPhone XR, iPhone XS e iPhone XS Max estarão disponíveis no site oficial, no aplicativo da Apple Store, nos parceiros varejistas, em operadoras selecionadas e nas lojas oficiais da Apple (são duas: no Morumbi Shopping, em São Paulo, e no VillageMall, no Rio). Não se sabe em que dia começará a fase de encomendas (a chamada pré-venda) dos aparelhos.

Enquanto as vendas não começam por aqui, alguns brasileiros aproveitam a venda internacional. Os novos iPhones saem pelos seguintes preços nos Estados Unidos:

iPhone 11 de 64 GB: US$ 699 (R$ 2.930 em conversão direta)
iPhone 11 Pro de 64 GB: US$ 999 (R$ 4.185)
iPhone 11 Pro Max de 64 GB: US$ 1.099 (R$ 4.600)

Vale lembrar, porém, que a edição americana não é compatível com todas as faixas do 4G nacional. O mais recomendável é trazê-lo da Europa.

A Apple aposta em diversas cores, com destaque para o Verde Meia-Noite (Midnight Green) dos modelos Pro. Ela se tornou a mais procurada nas vendas internacionais.

As novidades dos iPhones

Dá para dividir a linha 2019 em tradicional e Pro. A primeira conta com câmera dupla, inclusive uma ultra wide que consegue capturar parcela maior da paisagem ou número maior de pessoas. O recurso é tido como um dos principais diferenciais, junto com as esperadas melhorias no poder de processamento – agora com o chip A13 Bionic.

A linha Pro marca a chegada da câmera tripla aos telefones da maçã. O acréscimo em relação ao iPhone 11 regular está na lente teleobjetiva, capaz de um zoom de 2x. O smartphone consegue chegar mais perto da pessoa que está sendo fotografada. Os modelos Pro também têm tela em painel OLED, tecnologia superior ao LCD encontrado no modelo regular.

A bateria foi reforçada para durar entre uma e cinco horas a mais do que na geração passada. A Apple não chegou a divulgar a estimativa oficial de autonomia de uso, mas é sabido que o novo processador garante maior eficiência energética e os celulares também contam com mecanismos para que o desgaste da bateria seja mais lento.

Os criadores do telefone apostam tanto na robustez do equipamento que produziram um vídeo publicitário em que o iPhone 11 Pro resiste a pancadas de diversos objetos arremessados com o auxílio de um ventilador industrial. Até um bolo de casamento caiu sobre o produto certificado, que tem certificação contra água e poeira.[

O slofie também ganhou destaque na comunicação da empresa. Mistura de selfie e slow motion, a palavra indica os vídeos em câmera lenta capturados com o sensor frontal do aparelho. Gostaram tanto da ideia que pediram para registrar o nome.

Ficha técnica do iPhone 11

Tamanho da tela: 6,1 polegadas
Resolução da tela: 1792 x 828 pixels
Painel da tela: LCD
Câmera principal: dupla, 12 megapixels
Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
Sistema: iOS 13
Processador: Apple A13 Bionic
Memória RAM: não informado
Armazenamento (memória interna): 64 GB, 128 GB e 256 GB
Cartão de memória: sem suporte
Capacidade da bateria: não informado
Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
Peso: 194 gramas
Cores: preto, verde, amarelo, lilás, vermelho e branco
Anúncio: 10 de setembro de 2019
Lançamento: 20 de setembro de 2019
Preço de lançamento: a partir de US$ 699 (cerca de R$ 2.930 em conversão direta)

Ficha técnica do iPhone 11 Pro

Tamanho da tela: 5,8 polegadas
Resolução da tela: 2436 x 1125 pixels
Painel da tela: OLED
Câmera principal: tripla, 12 megapixels
Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
Sistema: iOS 13
Processador: Apple A13 Bionic
Memória RAM: não informado
Armazenamento (memória interna): 64 GB, 256 GB e 512 GB
Cartão de memória: sem suporte
Capacidade da bateria: não informado
Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
Peso: 188 gramas
Cores: dourado, cinza espacial, prata e Verde da Meia-Noite
Anúncio: 10 de setembro de 2019
Lançamento: 20 de setembro de 2019
Preço de lançamento: a partir de US$ 999 (cerca de R$ 4.185 em conversão direta)

Ficha técnica do iPhone 11 Pro Max

Tamanho da tela: 6,5 polegadas
Resolução da tela: 2688 x 1242 pixels
Painel da tela: OLED
Câmera principal: tripla, 12 megapixels
Câmera frontal (selfie): 12 megapixels
Sistema: iOS 13
Processador: Apple A13 Bionic
Memória RAM: não informado
Armazenamento (memória interna): 64 GB, 256 GB e 512 GB
Cartão de memória: sem suporte
Capacidade da bateria: não informado
Dual SIM: sim (nano SIM e eSIM)
Peso: 226 gramas
Cores: dourado, cinza espacial, prata e Verde da Meia-Noite
Anúncio: 10 de setembro de 2019
Lançamento: 20 de setembro de 2019
Preço de lançamento: a partir de 1.099 (cerca de R$ 4.600 em conversão direta)

Via Techtudo

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Endividada, Netflix pode chegar ao fim

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Quem se lembra da Blockbuster? Para os mais jovens que não reconhecem esse nome, a antiga rede de lojas de aluguel de vídeos, que chegou a ter suas ações negociadas na bolsa americana, brilhou na década de 1990 e início dos anos 2000. No seu auge, a Blockbuster chegou a ter mais de 900 lojas, dominando esse segmento da indústria de entretenimento. Durante certo tempo, ela parecia ser imbatível.

A partir de 1997, no entanto, a Netflix (NFLX) silenciosamente começou a demolir o modelo de distribuição física da Blockbuster, oferecendo um serviço de aluguel de vídeos melhor. Desde então, a toda poderosa Blockbuster começou a ser liquidada e hoje possui apenas uma loja na cidade americana de Bend, no Oregon.

Desde que iniciou o streaming de vídeos em 2007, a Netflix não parou de crescer. Na última década, só deu ela no segmento. Depois de 2007, a Netflix acabou se tornando uma empresa de US$ 116 bilhões. Sua receita cresceu de US$ 1,2 bilhão naquele ano para US$ 15,7 bilhões em 2018, um salto de 1200%.

Mas tirar a Blockbuster de jogo não foi tudo. Nos últimos anos, além do simples aluguel de vídeos, a Netflix passou a criar suas próprias produções – uma aposta de alto risco/retorno, acreditando que o conteúdo original atrairia novos assinantes e manteria o público atual engajado.

O lado negativo? Os enormes custos envolvidos na produção desse conteúdo. Mesmo assim, todo esse esforço e investimento posicionaram a Netflix como líder do setor e a transformaram em uma potência imbatível no streaming… Até agora.

Mas a concorrência está aumentando, e a Netflix encontra-se muito mais vulnerável do que mostram os fundamentos superficiais.

O problema do endividamento crescente

O predomínio da Netflix no setor nunca foi impulsionado por seus lucros. A empresa se beneficiou do seu pioneirismo e investiu agressivamente para manter essa liderança. Além disso, a concorrência ficou esparsa por um bom tempo.

Embora a Netflix venha apresentado lucro há uma década, o ano de 2018 foi o primeiro em que ele superou US$ 1 bilhão. O foco principal da empresa sempre foi aumentar o número de usuários.

Os demonstrativos de fluxo de caixa da Netflix contam a história verdadeira: nos últimos quatro anos, a empresa sediada na Califórnia já perdeu US$ 6,6 bilhões em operações. Isso está diretamente relacionado ao fato de que produzir, criar e licenciar conteúdo é um empreendimento caro. Requer tempo, perícia, equipamento e quadro funcional significativo, entre outros aspectos.

Por exemplo, estima-se que cada um dos seis episódios da temporada final de Game of Thrones tenha custado cerca de US$ 15 milhões. Adicione a isso o apetite insaciável dos consumidores por conteúdos cada vez mais novos e de alta qualidade, e o ciclo de gastos rapidamente se torna infinito, algo que fica patente nos relatórios financeiros da Netflix.

Mas como é que uma empresa que apresenta um prejuízo operacional de US$ 6,6 bilhões em quatro anos ainda continua de pé? A resposta é simples, mas muito arriscada: dívidas, muitas dívidas.

A Netflix conseguiu se endividar a uma taxa impressionante: ela aumentou sua dívida em US$ 9,5 bilhões nos últimos quatro anos para financiar sua operação.

O problema, para deixar claro, não é a dívida em si. Alavancar ativos para fazer mais dinheiro é uma estratégia que as empresas usam para crescer. E Wall Street não se importa em financiar uma empresa que queime caixa, desde que ela continue crescendo. No entanto, quando os clientes começam a assinar outros serviços, é aí que os problemas da Netflix aparecem.

Guerras no streaming

No final de 2007, a Netflix tinha 7,5 milhões de assinantes. De acordo com seu último balanço, a empresa contava com 151 milhões de assinantes no segundo trimestre de 2019.

Sem dúvida é possível dizer que a Netflix se saiu bem como único grande player no setor. Uma grande série de mudanças concorrenciais, no entanto, pode gerar os primeiros tremores de terra, sinalizando um abalo sísmico de grandes proporções que acabará com esse predomínio da empresa.

Primeiramente, no último trimestre a Netflix perdeu 130 mil assinantes nos EUA. Só isso já seria um sinal de alerta vermelho para qualquer empresa excessivamente endividada.

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Via MONEY TIMES

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