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Ministério da Educação divulga a lista de aprovados do Sisu 2019

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O MEC (Ministério da Educação) divulgou, nesta segunda-feira (28), o resultado do Sisu (Sistema de Seleção Unificada). A lista de aprovados pode ser conferida na página do Sisu. O candidato aprovado deve fazer a matrícula na instituição em que foi selecionado entre os dias 30 de janeiro e 4 de fevereiro, devendo observar os dias, horários e locais de atendimento definidos no próprio edital da instituição.

Quem não foi selecionado pode manifestar, entre os dias 28 de janeiro e 4 de fevereiro, interesse para compor a lista de espera. Nesse caso, o candidato só pode escolher um — dos dois cursos que optou na inscrição — para concorrer. Esses alunos serão convocados pelas próprias instituições de ensino a partir do dia 7 de fevereiro.

Neste ano, os selecionados na chamada regular em uma qualquer uma de suas opções de vaga não poderá participar da lista de espera. O MEC deixa sob responsabilidade das instituições de ensino os Sisu documentos para matrícula. Por isso, quando souber da aprovação o primeiro passo é entrar em contato com a instituição para saber a lista de documentos exigidos.

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Aprovado PL que prevê plantio de árvore para cada criança nascida em cidades brasileiras

De acordo com o texto, a árvore deverá ser plantada preferencialmente em área urbana

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A Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara dos Deputados aprovou, nesta semana, um projeto de lei que prevê o plantio de uma árvore para cada criança nascida em qualquer município brasileiro. De acordo com o texto, a árvore deverá ser plantada preferencialmente em área urbana.

Para a relatora da comissão, deputada Norma Ayub (DEM-ES), o texto une educação ambiental e conservação da natureza.

“Os municípios deverão promover plantios de árvores com dados dos registros de nascimentos em seus cartórios, contribuindo para a política nacional do meio ambiente, unindo educação ambiental e conservação da natureza, motivando as famílias a se engajarem em ações concretas”, afirma.

Segundo o PL, as empresas privadas vão poder participar da iniciativa em parceria com o poder público ou doar mudas de árvores. Além disso, a muda também poderá ser ofertada ao pai ou à mãe que solicitar em até 90 dias depois do nascimento da criança.

Caso necessário, o governo local vai poder solicitar todos os meses aos cartórios de registro civil a lista completa dos nascimentos ocorridos. O projeto tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado pelas comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, e Constituição, Justiça e de Cidadania.

Repórter Cintia Moreira – Agência do Rádio Mais

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Brasil vive momento ruim na economia por “falha de diagnóstico”, afirma especialista

Para o vice-presidente da Cofecon, Antônio Corrêa de Lacerda, falta planos para fomentar o crescimento

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LOC.: Dados divulgados na segunda-feira pelo Banco Central revelam que economistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação para este ano, de 4,04% para 4,07%. Ao mesmo tempo, a estimativa de expansão da economia em 2019 foi reduzida. O recuou foi de 1,45% para 1,24%, o que levou o indicador à 12ª queda seguida.

O cenário econômico do Brasil dá sinais de enfraquecimento e essa situação tem ligação direta com o momento político enfrentado pelo País. A avaliação é do vice-presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon), Antônio Corrêa de Lacerda. De acordo com ele, o bate cabeça entre membros do governo – que acontece dentro e fora do Congresso Nacional – agrava as incertezas sobre o crescimento da economia nacional, o que tende a “afastar os investimentos e a chamada confiança”.

Lacerda, no entanto, alerta para outros possíveis motivos que impedem o avanço do País no setor econômico, como por exemplo, o que ele chama de “falha de diagnóstico”. “Na verdade, esse é um governo que assumiu com uma postura ultraliberal, que acreditou muito que as forças do mercado, por si só, pudessem elevar o crescimento da economia. Mas isso não ocorre em nenhum país do mundo, nem na nossa experiência própria”, explica.

A crítica do economista é, principalmente, sobre a falta de planos e medidas concretas para fomentar o crescimento do Brasil. “Que medidas são essas? Medidas de política industrial, medidas ligadas ao crédito e financiamento. Por exemplo: nessa área de crédito e financiamento, o Brasil está com seu menor nível de taxa básica de juros, que é a Selic. Mas o juro ao tomador final é muito mais elevado”, afirma.

Lacerda também lembra que a crise econômica afeta todas as classes sociais, inclusive as pessoas que possuem um melhor poder aquisitivo. “Além disso, o nível de desemprego muito elevado, a renda das famílias atrofiadas pelo aumento de custo de vida, não apenas a inflação básica, mas o plano de saúde, mensalidade escolar, taxa de condomínio, tudo isso que pega mais da classe média para cima, que tem aquele maior poder de compra”.

Números do Brasil

Dados divulgados na última segunda-feira pelo Banco Central revelam que economistas do mercado financeiro elevaram a previsão de inflação para este ano de 4,04% para 4,07%. Ao mesmo tempo, a estimativa de expansão da economia em 2019 foi reduzida. O recuou foi de 1,45% para 1,24%, o que levou o indicador à 12ª queda consecutiva.

No final de março, o cenário projetado era melhor: o Banco Central havia estimado um crescimento de 2% para a economia brasileira em 2019, enquanto e o Ministério da Economia projetou uma expansão de 2,2%. Já para o ano que vem, a expectativa era que o crescimento da economia permanecesse em 2,50%.

Setor da Indústria

O momento de incertezas econômicas no Brasil se refletiu não apenas na vida do cidadão comum, como também no setor da industrial do Brasil. Essa insegurança foi percebida com a divulgação do Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), que teve um recuo de 1,9 ponto em maio e atingiu 56,5 pontos. Essa é a quarta queda consecutiva registrada do índice.

O economista da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Marcelo Azevedo, afirma que “apesar das quedas recentes, a confiança continua elevada, acima dos 50 pontos, inclusive acima da média histórica do índice”. Mesmo assim, Azevedo lembra que os empresários estão percebendo mais dificuldades neste início de ano, do que acreditavam que perceberiam no final do ano passado.

Esse quadro poderia ser revertido, segundo o economista, caso projetos importantes em tramitação no Congresso Nacional fossem aprovados. “O andamento da reforma da Previdência certamente seria muito importante para uma recuperação da confiança”, afirma.

“Isso poderia sinalizar o andamento de outras reformas ainda mais importantes, que teriam um efeito até mais imediato na atividade econômica, em especial na atividade industrial, como a reforma Tributária, por exemplo”, conclui o economista.

Cenário internacional

Entender o panorama econômico brasileiro não se limita às fronteiras do Brasil. A guerra comercial entre Estados Unidos e China, por exemplo, tem rendido novos capítulos e se agravado ainda mais. Enquanto o presidente americano, Donald Trump, elevou as tarifas sobre US$ 200 bilhões em importações chinesas de 10% para 25%, Pequim respondeu que reagiria elevando as taxas sobre US$ 60 bilhões em produtos norte-americanos.

Para o vice-presidente do Conselho Federal de Economia (Confecon), Antônio Corrêa de Lacerda, esse impasse entre as duas nações pode afetar os planos brasileiros de expandir a economia. O que, inicialmente, parece bom para o Brasil, pode ser revertido em dificuldades de transações no mercado internacional posteriormente.

“No curto prazo, o Brasil tem sido beneficiado com essa disputa, porque isso tem aberto espaço para vendas dos produtores brasileiros para outros mercados em função do litígio entre as duas potências. No médio e longo prazo, no entanto, o acirramento dos conflitos tende a diminuir o volume do comércio global em atividade, o que prejudica a todos os países, inclusive o Brasil”, explica o economista.

A turbulência econômica na Argentina é outro ponto que atinge o desempenho do Brasil, na visão de Lacerda. Sem alcançar sucesso nos planos, o país governado por Mauricio Macri tem se enrolado, cada vez mais, em uma grave crise político-financeira, que tem como consequência a desvalorização da moeda local.

“A crise argentina significa uma menor capacidade de nossas exportações. Então, isso também dificulta a nossa atividade. Mas é bom sempre lembrar que 90% do nosso crescimento vêm do mercado doméstico. É por isso que deveriam ser intensificadas as ações para reduzir o desemprego e garantir a renda, para favorecer a produção, os investimentos produtivos”, finaliza.

Reportagem, Marquezan Araújo – Agência do Rádio Mais

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Deputado Benes defende incentivo à indústria têxtil para geração de empregos no interior do RN

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O deputado federal Benes Leocádio (PRB/RN) afirmou que o Rio Grande do Norte tem uma vocação têxtil latente que deve ser impulsionada para a geração de emprego e renda no interior potiguar. O parlamentar, que compõe a coordenação da Frente Mista para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção, voltou a defender o setor para o crescimento econômico dos pequenos municípios.

“Eu disse ao presidente Bolsonaro, durante evento nesta semana, que é necessário incentivar as pequenas indústrias a migrarem para o interior, formalizar parcerias com empresas do setor e estimular a construção de galpões de confecções nos municípios, como já acontece em São José do Seridó, Parelhas, São Vicente e outras cidades que despontam com as indústrias têxteis”, explicou o deputado durante entrevista à radio 94 FM.

O parlamentar destacou ainda que defende a viabilização de emendas de bancada para colaborar com projetos de instalação de fábricas de confecções nos municípios. “Alguns colegas parlamentares já se mostraram sensíveis à nossa ideia de destinar alguns recursos para que tenhamos em cidades do interior a implantação dessas pequenas facções têxteis. Para isso, é necessária a fundamentação de parcerias: o poder público municipal pode oferecer a estrutura física, o Senai entra com a capacitação profissional, e as empresas, junto ao Banco do Nordeste, conseguem financiamento para a aquisição das máquinas. Essa é a melhor e mais rápida maneira de se gerar emprego no interior do Estado”, finalizou.

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