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Boa Vista: Recuperação de crédito fica estável em 2018

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O indicador de recuperação de crédito – obtido a partir da quantidade de exclusões dos registros de inadimplentes da base da Boa Vista – registrou aumento de 2,8% em dezembro contra o mês anterior, de acordo com dados dessazonalizados. No ano de 2018, o indicador fechou com queda de 0,1% em relação a 2017, mantendo-se praticamente estável. Em relação ao mesmo mês de 2017 houve alta de 0,8%.

Em termos regionais, o ano de 2018 apresentou alta apenas na região Sul (7,3%). Em sentido oposto, a região Norte foi o destaque negativo (-3,5%), seguido do Nordeste (-3,3%), Centro Oeste (-2,6%) e Sudeste (-0,2%)..

Apesar da fragilidade do mercado de trabalho e desempenho tímido da atividade econômica, o indicador segue uma retomada gradual, já mostrando sinais de melhora nas regiões Sul e Sudeste. Espera-se que com a diminuição da desocupação e evolução na renda, as famílias encontrem situação financeira mais favorável, que permitirá uma evolução mais consistente na recuperação de crédito em 2019.
Metodologia

O indicador de recuperação de crédito é elaborado a partir da quantidade de exclusões dos registros de dívidas vencidas e não pagas informados anteriormente à Boa Vista pelas empresas credoras. As séries têm como ano base a média de 2011 = 100 e passam por ajuste sazonal para avaliação da variação mensal. Em janeiro de 2014 houve atualização dos fatores sazonais e reelaboração das séries dessazonalizadas, utilizando o filtro sazonal X-12 ARIMA, disponibilizado pelo US Census Bureau.

A série histórica do indicador está disponível em: http://www.boavistaservicos.com.br/economia/recuperacao-de-credito/

Via Boa Vista SCPC

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UNINASSAU oferece triagem para atendimento odontológico adulto e infantil

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Foto / Crédito Divulgação

A UNINASSAU Natal esta com as portas abertas para atender a população através da Clinica Escola de Odontologia. A iniciativa faz parte de uma ação disciplinar envolvendo o curso de Odontologia, que de forma integrada realizará atendimentos nas áreas de Endodontia (canal), Dentística (restauração), Periodontia (limpeza), Exodontia (extração) e Prótese.

A triagem acontece nesta quinta-feira (21), o que não requer prévio agendamento. De acordo com a professora do curso de Odontologia, Mércia Cunha, todos os atendimentos serão realizados pelos preceptores. “Nossa clínica dispõe instalações modernas e confortáveis para atender a população de forma profissional, ética e de maneira adequada”, pontuou.

Ao buscar os serviços da Clínica Escola da UNINASSAU, o paciente será recebido  para triagem e logo em seguida encaminhado para o agendamento do atendimento, que ocorrerão de segunda a sexta, das 8h às 18h, dependendo do serviço.

A Clínica Escola da UNINASSAU, está localizada na Rua Antônio Queiroz de Melo – Capim Macio, Natal – RN, em frente à praça da arvore de Mirassol. Outras informações podem ser obtidas por meio do telefone (84) 3344-7809.

Serviço

Triagem gratuita de odontologia/ Clínica Escola da UNINASSAU  – Natal

Dia 21/03 – Quinta-feira das 8:30h  as 11:30h

Endereço: Rua Antônio Queiroz de Melo – Capim Macio, Natal – RN, 59078-290

Todos os atendimentos são gratuitos com exceção da prótese que o paciente paga o custo laboratorial.

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Bolsonaro faz a primeira visita diplomática

O presidente e a comitiva de ministros voltam de Washington, capital dos Estados Unidos, nesta terça-feira (19)

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Foto: Crédito/Divulgação

Jair Bolsonaro fará nesta semana a primeira visita diplomática no exterior, juntamente com alguns ministros, para Washington, capital dos Estados Unidos.

Nos três dias de agenda, Bolsonaro e os ministros vão ficar no complexo da Casa Branca, local usado pelos americanos para receber chefes de Estado em visitas oficiais.

Segundo a programação do governo, nesta segunda-feira (18) Bolsonaro e sua comitiva terão compromissos na Câmara de Comércio dos Estados Unidos. Os ministros participam de debate sobre investimentos e, além disso, haverá assinaturas de acordo entre os dois países.

Na terça-feira (19), Bolsonaro será recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na Casa Branca, e este encontro vai ser privado. Depois, eles vão almoçar e atender à imprensa.

A comitiva brasileira embarca de volta para o Brasil na noite desta terça-feira (19) e deve chegar no país na manhã de quarta-feira (20).

Fonte: Cintia Moreira | Agência do Rádio Mais

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Seis em cada dez brasileiros não se preparam para aposentadoria

Orçamento apertado é principal justificativa. Meios mais comuns pretendidos para se manter nessa fase são investimentos em instrumentos financeiros e pensão do INSS. Já 37% dos entrevistados devem continuar trabalhando

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Foto: Crédito/Divulgação

O aumento da expectativa de vida do brasileiro impõe desafios, principalmente porque a maioria ainda não se planeja para garantir um futuro financeiro ao deixar de trabalhar. É o que revela pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). Os dados apontam que seis em cada dez brasileiros (59%) admitem não se preparar para a hora de se aposentar, enquanto apenas 41% têm se preocupado com essa fase da vida – percentual que chega a 55% nas classes A e B.

Entre os que não fazem qualquer tipo de plano financeiro para a aposentadoria, 36% alegam não sobrar dinheiro no orçamento e 18% atribuem à ausência de um plano ao fato de estarem desempregados. Para 17% não vale a pena guardar o pouco dinheiro que sobra no fim do mês. “Estima-se que a participação da população acima de 65 anos na sociedade brasileira passe dos atuais 9% para 25% em 2060, segundo projeções do IBGE. Será cada vez mais importante começar a pensar em uma complementação ainda jovem e não apenas quando se aproxima do momento de parar de trabalhar”, avalia a Economista-Chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

A pesquisa também identificou os meios mais comuns de se preparar para a aposentadoria. São eles as aplicações financeiras (42%), principalmente a previdência privada (20%), e outros ativos financeiros, como ações, títulos ou fundos (20%). Para 35%, os recursos do INSS servirão de renda e 16% dizem que dependerão de terceiros, tais como cônjuges, filhos ou outras pessoas da família. Já 37% dos pesquisados disseram que, ao se aposentar, pretendem continuar ativos no mercado de trabalho.

39% não conseguiriam arcar com imprevistos hoje e 20% não sabem o tempo que manteriam o padrão de vida em caso de dificuldades 

O estudo buscou ainda saber de que forma os brasileiros lidam com situações inesperadas no dia a dia, do ponto de vista financeiro. Foi constatado que 39% não seriam capazes de arcar com gastos imprevistos, equivalentes ao seu ganho mensal, sem recorrer à ajuda de terceiros ou a um empréstimo. Por outro lado, quatro em cada dez (42%) teriam condições de cobrir despesas extras desse tamanho. No caso de dificuldades financeiras, os entrevistados ouvidos disseram que conseguiriam sustentar, em média, até cinco meses o padrão de vida atual. Chama a atenção o fato de 20% não saberem por quanto tempo manteriam o mesmo patamar.

Na possibilidade de virem a enfrentar algum problema financeiro, 47% garantem que cortariam despesas desnecessárias, ao passo em que 33% avaliariam quanto ganham e gastam para decidir o que fazer – proporção que aumenta para 48% nas classes A e B. Já 13% reconhecem que não saberiam por onde começar e teriam medo de encarar a verdadeira situação financeira.

“É preciso entender que em certas situações emergenciais, nem mesmo cortar gastos será suficiente para resolver o problema. Manter uma reserva financeira é fundamental em qualquer etapa da vida, pois imprevistos podem acontecer a qualquer momento. Recomenda-se ter disciplina para começar, mesmo que seja com um valor pequeno. Poupar e investir regularmente – mesmo que pequenos valores – acaba trazendo um bom resultado”, explica o Chefe do Departamento de Promoção da Cidadania Financeira do Banco Central, Luis Mansur.   

Metodologia 

A pesquisa foi realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Banco Central do Brasil (BCB). A amostra de 804 casos contempla as 27 capitais, pessoas acima de 18 anos, todas as classes sociais e ambos os gêneros. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. Baixe a íntegra da pesquisa em https://www.spcbrasil.org.br/pesquisas

Sobre o SPC Brasil – Há 60 anos no mercado, o SPC Brasil possui um dos mais completos bancos de dados da América Latina, com informações de crédito de pessoas físicas e jurídicas. É a plataforma de inovação do Sistema CNDL para apoiar empresas em conhecimento e inteligência para crédito, identidade digital e soluções de negócios. Oferece serviços que geram benefícios compartilhados para sociedade, ao auxiliar na tomada de decisão e fomentar o acesso ao crédito. É também referência em pesquisas, análises e indicadores que mapeiam o comportamento do mercado, de consumidores e empresários brasileiros, contribuindo para o desenvolvimento da economia do país.

Sobre a CNDL – Criada em 1960, a CNDL é formada por Federações de Câmaras de Dirigentes Lojistas nos estados (FCDLs), Câmaras de Dirigentes Lojistas nos municípios (CDLs), SPC Brasil e CDL Jovem, entidades que, em conjunto, compõem o Sistema CNDL. É a principal rede representativa do varejo no país e tem como missão a defesa e o fortalecimento da livre iniciativa. Atua institucionalmente em nome de 500 mil empresas, que juntas representam mais de 5% do PIB brasileiro, geram 4,6 milhões de empregos e movimentam R$ 340 bilhões por ano.

Fonte: CNDL | SPC Brasil

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