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Autor de ‘Caneta azul, azul caneta’ prepara disco com hit e mais 14 músicas

Autor de 'Caneta azul, azul caneta' prepara disco; produtor o compara a Mamonas e Tiririca

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O produtor Laércio da Costa ficou impressionado, assim como muitos brasileiros, com a simplicidade e o poder de “Caneta azul, azul caneta”. Encarregado de gravar a música junto com o autor, Manoel Gomes, ele vai além. Laércio prepara com álbum com Manoel, com essa e mais 14 músicas.

“Caneta azul, azul caneta” deve ter sua nova versão lançada no início da próxima semana. “Tem que ser pra ontem”, diz o produtor. O hit viral vai ganhar um arranjo que está em alta no sertanejo romântico. “Fui para o lado da bachata, mais do Gusttavo Lima”, diz o produtor.

Sobre as outras canções do vigilante maranhense, que saem na sequência, o produtor não pretende ficar preso a um ritmo só.

“Ele já é brega, mais Amado Batista. Mas não vou ter limite para ritmo, não. Vou gravar, samba, forró, sertanejo, dance, rock, tudo o que imaginar”, diz o produtor veterano que já trabalhou com Rita Lee. Alcione, Alexandre Pires, Leandro & Leonardo…

Laércio também já produziu Tiririca e foi próximo dos Mamonas Assassinas. Ele não só compara Manoel a esses dois nomes como acredita que pode fazer o mesmo sucesso.

Laércio da Costa com Manoel Gomes em seu estúdio em São Paulo: "Caneta azul, azul caneta", ganha versão em bachata — Foto: Guilherme Reis e Ângelo Cunha / Divulgação

Laércio da Costa com Manoel Gomes em seu estúdio em São Paulo: “Caneta azul, azul caneta”, ganha versão em bachata — Foto: Guilherme Reis e Ângelo Cunha / Divulgação

 

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Após sucesso no festival Cine PE, longa Frei Damião – O Santo do Nordeste será exibido ao ar livre em São Miguel

Palco de gravações e de devoção ao capuchinho, cidade receberá a exibição do documentário no dia 30 de setembro, às 20 horas

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Filme conta com imagens inéditas captadas pelos cineastas Otacílio Cartaxo e Machado Bitencourt Foto/Crédito Divulgação

Em uma das cidades com forte histórico de devoção ao Frei Damião, São Miguel, será realizada a primeira exibição ao ar livre do filme Frei Damião – O Santo do Nordeste, dirigido pela cineasta pernambucana Deby Brennand e roteirizado por Nadezhda Bezerra. O evento, marcado para o dia 30 de setembro, acontecerá em um espaço super especial: no Santuário Frei Damião, que está sendo construído na cidade.

A escolha do local não foi por acaso. “Além de contar com um memorial em homenagem ao capuchinho, São Miguel foi palco das gravações do documentário e, também, a cidade do Nordeste mais distante que a equipe do Fábrica Estúdios visitou durante a produção do filme”, explica o produtor e produtor-executivo Gerardo Lopes.

O evento começa às 17h, quando será feita uma caminhada da Igreja Matriz até o memorial. No Santuário Frei Damião, às 19h, haverá uma missa campal, reunindo os devotos que enxergam no Frei um símbolo de fé e cultura. Às 20h, o documentário será exibido. Um público de quatro a cinco mil pessoas é esperado no evento.

Filme conta com imagens inéditas captadas pelos cineastas Otacílio Cartaxo e Machado Bitencourt Foto/Crédito Divulgação

FILME

O longa conta a história de Frei Damião, missionário que dedicou sua vida para evangelizar o Nordeste brasileiro e, atualmente, é venerável pela Igreja Católica. A pé, a cavalo ou de carro, o religioso andou mais de um milhão de quilômetros, levando a mensagem de Deus para os mais diversos lugares da região.

Desde o dia em que desembarcou no Brasil, em 1930, até o dia em que faleceu – ou seja, durante 66 anos – não interrompeu suas Santas Missões em estados como Rio Grande do Norte, Pernambuco, Paraíba, Alagoas, Bahia e Ceará. “Ele levava não somente a palavra de Deus, mas representava também um grito pelos excluídos, pelos nordestinos e pela condição de pobreza que encontrava em suas andanças”, ressaltou Jairo Chaves, produtor executivo do filme.

Filme conta com depoimento de fé do cantor Fagner. Foto: Reprodução/Frei Damião – O Santo do Nordeste

Através de imagens inéditas captadas pelos cineastas Otacílio Cartaxo e Machado Bitencourt, filmagens gravadas em fitas VHS, entrevistas, depoimentos, testemunhos de milagres e reinterpretação de acontecimentos, o documentário procura mostrar que Frei Damião era um ser humano para além de religião. “O filme fala sobre uma pessoa que é muito forte dentro de uma religião, mas que é algo muito mais de fé, sensação e sensibilidade”, comenta Pablo Lopes, produtor e produtor executivo do longa.

Deby Brennand, diretora do longa, no set do filme. Foto: Pablo Lopes/Divulgação

CINE PE

Intitulado Hors Concours pela curadoria do Festival CINE PE, a exibição do documentário lotou o Cinema São Luiz com um público muito variado entre fiéis, admiradores e curiosos, na noite de abertura do CINE PE, no dia 29 de julho. O som dos aplausos finais entoados por toda a sala deixou claro que a recepção do público foi bastante positiva.

Frei Jociel, consultor de conteúdo do filme e vice-postulador da causa de beatificação do Frei Damião, também dá seu depoimento de fé no longa. Foto: Reprodução/Frei Damião – O Santo do Nordeste

O Frei Jociel Gomes, consultor de conteúdo do longa e vice-postulador da causa de canonização do Frei Damião, viu nas telas no Cinema São Luiz um sonho conquistado. “Está se tornando realidade agora e é muito interessante ver a figura de Frei Damião, que é um ícone não só religioso, mas também cultural, representado no cinema”, comentou.

Ficha técnica do documentário Frei Damião – O Santo do Nordeste
Direção – Deby Brennand
Consultoria de Conteúdo – Frei Jociel Gomes
Roteiro – Nadezhda Bezerra
Produção – Gerardo Lopes e Pablo Lopes
Produção Associada – Fátima Cartaxo e Otacílio Cartaxo (in memoriam)
Produção Executiva – Gerardo Lopes, Jairo Chaves e Pablo Lopes
Direção de Produção – Mariana Jacob
Direção de Fotografia – Breno César
Edição de Som e Mixagem – Paulo Umbelino e Pablo Lopes
Montagem – Rodrigo Guilherme
Direção de Arte – Denis Netto
Trilha Sonora Original – Piero Bianchi

Via Assessoria de imprensa DNA Digital

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Xand Avião lança “Casal Raiz” nesta sexta (15)

Single e clipe fazem parte do novo DVD “Xand Errejota”; vídeo tem participação de Isabele Temóteo, sua esposa.

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Foto: (Crédito: @rubenscerqueira)

Quem aí se divertiu com o meme “raiz” x “nutella”? Sempre antenado nas redes sociais, Xand Avião entrou na brincadeira e lança nesta sexta (15) o single e o clipe “Casal Raiz”. O cantor revela que o single foi inspirado em seu relacionamento com a esposa Isabele Temoteo: “Ela está sempre ao meu lado. Somos muito apaixonados um pelo outro. Temos tanto fases boas como difíceis, mas nunca saímos um do lado do outro. Somos parceiros e sabemos superar cada momento juntos”. A digital influencer, inclusive, aparece emocionada no vídeo ao lado do Comandante. “Sempre que canto essa letra é impossível não pensar na relação que tenho com a minha esposa. Durante a gravação, fiquei de olho nela a canção inteira e, ao final, não me contive e a chamei para ficar do meu lado”, diz, apaixonado.

“Casal Raiz” é a primeira música do novo DVD do cantor, “Xand Errejota”. O clipe da música foi gravado em um sunset no Rio de Janeiro, com vista para o Pão de Açúcar, a Baía de Guanabara e o Cristo Redentor. Em um palco 360º, Xand Avião criou um clima intimista para a gravação do DVD, que possui 15 canções – 10 inéditas e cinco que estão no repertório dos shows. “Eu escolhi as músicas desse trabalho com o maior cuidado e me diverti muito ao longo da seleção. Me esforcei ao máximo para ter um resultado final impecável, com forró de alta qualidade e que agrade o público. Tem para todos os gostos!”, revela.

Letra:

Faltou dinheiro aqui

Cê tem aí, amor?

Amar é dividir

Não é vergonha, não

Aqui é parceria

Isso que é relação

Ela toma cachaça comigo

Não reclama da roupa no chão

Se ela bebe, sou eu que dirijo

Espero ela no salão

Agora pense aí num casalzão

A gente não liga pro que o povo diz

Quem ama também briga, também xinga e sempre volta

Sabe esses ‘casal’ nutella, que bloqueia e para de seguir

Aqui não, aqui é casal raiz

Ficha técnica:

“Casal Raiz”

Direto/Edit Aviões

Composição: Isabela Resendes, Elvis Elan, Robsom Ribeiro e Filipe Escandurras

Direção Executiva: Carlos Aristides, Isaías Duarte e Xand Avião

Direção Geral: Hit Music

Produção Musical: Carlos Aristides, DJ Ivis e Xand Avião

Produtor Executivo: Aviões do Forró Grav. e Edições Musicais LTDA

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Gracyanne Barbosa diz que já passou fome e morou na rua antes da fama

“Cheguei ao Rio sem a menor pretensão de me tornar uma pessoa famosa”, disse a musa fitness.

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Gracyanne Barbosa é mesmo um monumento. Do alto de seu 1,75m, a rainha de bateria da União da Ilha, de 35 anos, sustenta o corpo trincado com uma dieta extremamente rigorosa. São 40 ovos por dia, uma média de 1.200 por mês! Mas a força da musa — que malha todos os dias e faz mais de 250 eventos fitness por ano — não se resume apenas a braços, barriga e pernas sarados. Sua verdadeira garra vem desde antes da fama. Nascida em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a bela precisou vestir a capa de fera já aos 16 anos, quando passou em Direito para a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), um dos vestibulares mais concorridos do estado. Sem medo de enfrentar as adversidades e contra a vontade da mãe, Gracy embarcou com uma mala de roupas, R$ 300 e muitos sonhos para a Cidade Maravilhosa. Antes de conseguir se estabilizar, passou fome, dormiu na rua e se virou como faxineira. 

— Cheguei ao Rio sem a menor pretensão de me tornar uma pessoa famosa. Achei que seria fácil arrumar um emprego, mas era muito novinha. E penei. Com poucos dias na cidade, eu me vi sem um lugar para passar a noite. E foi nesse momento que enfrentei um dos maiores perrengues da minha vida. Dormi na rua, num banco de praça em Copacabana. Lembro que, na frente desse local, tinha um hostel, mas o dono só recebia gringos. Um dia, ele me viu deitada na praça e me fez uma proposta: “Você faxina os quartos e eu te deixo dormir aqui”. Essa era minha malhação diária — relembra Gracy durante esta entrevista na mansão que ela divide com o marido, o cantor Belo, a mãe e a irmã, na Barra.

Bem-humorada, ela posou em frente a um carro do ovo — aqueles que andam pelos bairros cariocas anunciando 30 ovos por R$ 10 — e ainda relembrou os tempos de faxineira nas fotos. Foi conciliando o trabalho doméstico com os estudos que a menina esguia — sem os músculos que hoje ostenta — conseguiu entrar num ambiente que mudaria os rumos de sua vida.

— Ao lado do hostel onde eu morava e trabalhava, existia uma academia de ginástica. Tinha muita vontade de malhar lá. Ficava olhando as pessoas e me vislumbrava no lugar delas. Mas, se eu não tinha dinheiro direito nem para comer, imagina para malhar. Era uma dureza danada. Só que sempre fui determinada. Um dia, o dono da academia me fez a mesma proposta. Se eu ajudasse na faxina, ele me deixaria malhar. Não perdi tempo. Era a minha válvula de escape. Eu me sentia bem gastando toda aquela energia — conta a artista, que começou a fazer musculação aos 12 anos, por causa da vida de atleta: — Era jogadora de vôlei, muito apaixonada por esportes.

Fonte: Extra

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