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Política

Alcolumbre: pronunciamento foi grave e cobra liderança ‘séria’ e ‘responsável’

Alcolumbre: pronunciamento foi grave e cobra liderança ‘séria’ e ‘responsável’

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), afirmou nesta terça-feira, dia 24, que o pronunciamento do presidente da República, Jair Bolsonaro, foi grave e cobrou uma liderança “séria, responsável e comprometida com a vida e a saúde da sua população”. Ele se pronunciou em nota divulgada pela assessoria de imprensa.

Em pronunciamento em rede nacional de TV nesta terça, Bolsonaro voltou a falar em “histeria” em torno da pandemia do novo coronavírus e criticou o fechamento de escolas, entre outras medidas adotadas por governos e municípios.

O mandatário voltou ainda a citar a cloroquina, remédio que ainda não tem a eficácia contra a nova doença, a covid-19. De acordo com dados oficiais atualizados nesta terça pelo Ministério da Saúde, o Brasil contabiliza 46 mortes e 2.201 casos confirmados, um aumento de 16,4% em um dia.

Leia a nota do presidente do Senado:

“Neste momento grave, o País precisa de uma liderança séria, responsável e comprometida com a vida e a saúde da sua população Consideramos grave a posição externada pelo presidente da República hoje, em cadeia nacional, de ataque às medidas de contenção ao Covid-19. Posição que está na contramão das ações adotadas em outros países e sugeridas pela própria Organização Mundial da Saúde (OMS).

Reafirmamos e insistimos: não é momento de ataque à imprensa e a outros gestores públicos. É momento de união, de serenidade e equilíbrio, de ouvir os técnicos e profissionais da área para que sejam adotadas as precauções e cautelas necessárias para o controle da situação, antes que seja tarde demais.

A Nação espera do líder do Executivo, mais do que nunca, transparência, seriedade e responsabilidade. O Congresso continuará atuante e atento para colaborar no que for necessário para a superação desta crise.”

Francisco das Chagas Fernandes de Souza, 35 anos, servidor público (Gari), conhecido como Chaguinha Net. Em 2011 criou o Blog do Chaguinha Net e em 2018 foi além e criou o Portal Potengi News, possibilitando para a Região do Potengi um espaço virtual de qualidade e credibilidade. Aqui você pode conferir as principais notícias da Região Potengi, Rio Grande do Norte, Brasil e do Mundo.

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‘O mundo inteiro está errado? E o certo é Bolsonaro’, questiona Doria

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O governador de São Paulo, João Doria, voltou a criticar o presidente Jair Bolsonaro, nesta sexta-feira (27). O tucano condenou a campanha preparada pelo governo federal que recomenda a volta da população às ruas e que a quarentena seja praticada apenas por idosos e pessoas que pertencem aos grupos de risco.Desde o início da crise em decorrência do coronavírus, este foi o tom mais grave adotado pelo governador em relação ao presidente da República. “O Brasil não pode parar para lamentar a irresponsabilidade de alguns que preferem desprezar vidas.

Mais de 50 países estão em quarentena. É a pior crise de saúde no mundo. Quase metade da população do planeta está em casa. O mundo inteiro está errado? E o certo é o presidente Jair Bolsonaro?”, questionou Doria.

O chefe do executivo paulista também criticou os gastos do governo federal com a campanha intitulada O Brasil não pode parar. “Serão R$ 4,8 milhões para desinformar a população. Deveria ser usado para comprar suprimentos para hospitais públicos e reforçar o atendimento dos mais pobres. Afinal, temos um ou dois governos federais?”, perguntou Doria, referindo-se a diferença de posturas entre o presidente e o Ministério da Saúde.“Há um documento do Ministério da Saúde pregando o isolamento.

Há um decreto do presidente pregando o isolamento e a decretação de calamidade pública no país”, afirmou Doria. “Será que vamos precisar enterrar 4.400 pessoas como fez a Itália para ter a certeza de que o convite para irem as ruas é um erro? Antes que isso aconteça, sigam as orientações dos médicos, da ciência e de autoridades que não têm medo de falar a verdade”, completou.

Ameaças

João Doria registrou um boletim de ocorrência, na noite desta quinta-feira (26), por ameaça e injúria. O governador teria receido mensagens em seu telefone celular, indicando possíveis atos violentos a serem realizados em frente à sua casa. Integrantes do governo paulista apontam ligações entre apoiadores do presidente e as ameaças recebidas por Doria.“Não tenho medo de 01, 02, 03 e 04 – disse o governador, referindo-se aos apelidos que o próprio presidente usa ao mencionar os filhos, Flávio, Eduardo, Carlos e Renan”.

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Em pronunciamento, Bolsonaro pede fim do “confinamento em massa”

Este foi o terceiro pronunciamento sobre o tema realizado em um período de menos de 20 dias.

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O presidente Jair Bolsonaro pediu, em pronunciamento em rede nacional de televisão e rádio exibido na noite desta terça-feira, a reabertura do comércio e da escolas e o fim do “confinamento em massa”. As medidas têm sido utilizadas no combate ao novo coronavírus, que já deixou 46 mortos no país. Este foi o terceiro pronunciamento sobre o tema realizado em um período de menos de 20 dias.

— Algumas poucas autoridades estaduais e municipais devem abandonar o conceito de terra arrasada, a proibição de transportes, o fechamento de comércio e o confinamento em massa. O que se passa no mundo tem mostrado que o grupo de risco é o das pessoas acima de 60 anos. Então, por que fechar escolas? — questionou Bolsonaro. 

O presidente afirmou que o coronavírus “brevemente passará” e afirmou que a vida “tem que continuar”:

— O vírus chegou. Está sendo enfrentado por nós e brevemente passará. Nossa vida tem que continuar. Os empregos devem ser mantidos. O sustento das famílias deve ser preservado. Devemos, sim, voltar à normalidade.

No primeiro pronunciamento sobre o tema, realizado no dia 6 de março, Bolsonaro afirmou que não havia motivo para “pânico” e que o momento era de união.

A segunda fala sobre o tema foi realizada na semana seguinte, no dia 12 de março. O presidente recomendou o adiamento de manifestações que estavam marcadas para o domingo seguinte, devido à recomendação para evitar aglomerações. O próprio Bolsonaro, contudo, acabou participando dos protestos.

Fonte: O Globo

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Rodrigo Maia diz que “Não é hora de adiar eleições”

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O presidente da Câmara Federal Rodrigo Maia comentou neste domingo sobre a declaração do ministro Luiz Henrique Mandetta sugerindo adiamento das eleições deste ano em razão da pandemia do novo coronavírus.

“Eleições começam dia 15 de agosto. Vamos focar agora no tema da saúde. Aliás, área em que o Mandetta vai muito bem. Na hora correta vamos cuidar da eleição”, disse o presidente da Câmara ao Globo.

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